domingo, 31 de outubro de 2010

Sétimo dia: Dia de descanso!

Olá! Boas vindas a todos! O dia em que inaugurei este blog foi para mim um dia todo especial e, apesar de muito corrido e produtivo, bastante rico em contemplação e ótimos aprendizados. A partir das 14h daquele lindo e ensolarado dia de sábado, meu esposo e eu já nos encontrávamos bem acomodados na sede da Capelania Anglicana da Diocese do Recife, onde se realizaria um evento promovido pela Ordem Franciscana Anglicana, OFA. Lá, tivemos a prazerosa oportunidade de reencontrarmos velhos amigos e, também, de fazermos novas amizades. Às 15h, britanicamente preciso - como observara a Revda. Keyla - o bispo Dom Robinson Calvacanti, deu início à sua preleção cujo título "Terceiro Milênio e Políticas de Sustentabilidade" a Segundo Dom Robinson Cavalcanti (Bispo Diocesano da Igreja Anglicana de Recife), Todas as nossas ações são condicionadas pela não ação.
Como assim?
Pois é. Nós precisamos ter um dia de descanso, o qual os italianos chamam de farniente que significa olhar o pôr do sol, meditar, orar.... Ai, que delícia! Adoro fazer isso.... Mas confesso que pratico muito pouco.
E ai se contextualizarmos um pouquinho poderemos analisar que:
1º momento - Pré Moderno: que remete ao Sacro Império Romano Germânico, aos Sermões do Padre Vieira continuando com o Império Romano Ocidental, Cesaropapismo, depois o Califado, Muçulmanos.... partindo das certezas teocráticas.
2º momento - Moderno: nos remete ao Muro da Bastilha e Berlim, o Antropocentrismo, Razão, Comte e assim a certeza ruiu e entrou em crise.
3º momento - Pós - Modernidade: Incertezas, muitas incertezas. Pois, vivemos em transição.
Cabe a essa geração construir paradigmas de um mundo novo. Ou seja, o relativismo. O homem não é apenas a razão, mas emoção, estética, erótica, mítica.
Volta assim, o Sagrado. Ou seja, se torna revalorizado. Também retorna a espiritualidade, mesmo que desordenada. E por conseguinte a consciência da Finitude do Planeta. (Quando será que vai acabar???) e a disputa pelo desenvolvimento.
Buscar algo além do homo faber, o trabalho. Mas sim, ter uma percepção de harmonia do todo com a criação.

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